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Não importa se estive, ou não!

A vida é um emaranhado de ações, reações e acontecimentos. Aqui, incluem-se as nossas ideias, pensamentos, divagações e estados de sentir. Ouvir a nossa intuição é primordial!

A vida é um emaranhado de ações, reações e acontecimentos. Aqui, incluem-se as nossas ideias, pensamentos, divagações e estados de sentir. Ouvir a nossa intuição é primordial!

Não importa se estive, ou não!

23
Nov18

No desafio...

Gabriela Lima

a emoção!

Passa um, dois, três dias… rapidamente se transformam em anos. Uniram-se trapos e os dias correram num ápice, sempre a levar-nos para órbita e a trazer-nos à Terra. E, de repente, apesar de tudo ter sido programado ao milímetro, vejo a notícia. Não quero acreditar, e passado 6 semanas vejo um ponto e ouço um coração a bater rápido, rápido, aceleradíssimo, mas muito bem no seu ritmo. Ainda estou incrédula, como pode ser… realmente, a vida é algo de fantástico. Cada dia foi sentido e vivido com a intensidade certa, tudo pareceu extremamente alinhado e em harmonia com o universo. “Ó, ainda não se nota nada, pareço é estar mais gorda!! Que pena, vou só parecer gordinha!” Mais uns meses e aí já tinha direito visível para reivindicar os devidos direitos de parqueamento, atendimento, etc. Lindo! Tão bom! “Olha lá, hoje esses pezinhos não param!!! É Carnaval, eu até não levo a mal, mas, por favor, para só um bocadinho, são 6 da manhã!!! Deixa-me dormir!!!” E combino-lhe ao diálogo um sorriso! Depois, depois… é agora, vai ter de ser, ai meu Deus!! O melhor é aproveitar bem este dia, porque amanhã, amanhã… afinal… hoje à noite, hoje à noite… ai…

E lá veio, uma coisinha pequenina, pulmões fortes, e grande alívio geral. Primeira noite perdida a olhar, a assimilar… a segurar aqueles dedinhos… Uma emoção como nunca houvera tido antes: a verdadeira e derradeira emoção e o compromisso absoluto! Não há palavras, é imenso e completa toda a minha existência!

10
Nov18

No desafio...

Gabriela Lima

o receio!

 

O tempo passava e era hora de estacionar o barco e alinhar as futuras ações. No intento do alinhamento, destacavam-se muitas visões, muitos caminhos, muitas ações harmoniosas, cruzadas e controversas. Neste emaranhado aleatório, tudo era visualizado como possível na impossibilidade de uns e outros. Eram tirados de cada cenário os prós e os contras, o que devia ser ou não, o que se queria que fosse e não se via forma de poder vir a ser, o que seria melhor e pior, o que seria mais adequado e inadequado, no conjunto, o que me faria mais ou menos feliz. Era necessário decidir… no receio de não se ter tomado a decisão certa, aquela que nos leva pelo caminho que queremos realmente. E se, e se, e se? Os “se” não param de se insurgir e lá vêm estragar a resolução. O receio… aquela coisa que me assalta no momento de decidir!

O receio é bom, pois faz-me repensar um círculo de aspetos que me ajudam a ter consciência “do que sim” e “do que não” e assumir a decisão sem mais medo, sem mais “talvez”, com mais liberdade para comigo mesma. E eu decido ir por ali. Amanhã… amanhã é outro dia!

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