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Não importa se estive, ou não!

A vida é um emaranhado de ações, reações e acontecimentos. Aqui, incluem-se as nossas ideias, pensamentos, divagações e estados de sentir. Ouvir a nossa intuição é primordial!

A vida é um emaranhado de ações, reações e acontecimentos. Aqui, incluem-se as nossas ideias, pensamentos, divagações e estados de sentir. Ouvir a nossa intuição é primordial!

Não importa se estive, ou não!

26
Fev18

Um passeio

Gabriela Lima

Um passeio. Assim continuou o dia, um passeio a pé pela aldeia para conhecer os habitantes e estes poderem conhecer a nova neta “emprestada” do casal, embora com idade para ser filha. Fui amavelmente acolhida por todos. Passou-se a manhã a conversar sobre tudo o que vinha à tona relativamente aos mexericos da terriola. Depois, antes do almoço, falou-se, então, do mundo… algum desinteresse generalizado, culminando sobre a família real, de que se falou algum tempo… as relações entre a família real, os eventos em que estiveram presentes, as falcatruas do governo e da própria família real face ao estado de coisas do país. Ouvi mais do que interagi, dado não estar muito por dentro da situação interna. Mas li o jornal para me entrosar.

- Que acha da realeza? Vocês não têm disso, pois não?

Expliquei que, na verdade, até tínhamos… algo dilacerado.

- A família ainda existe, ou a sua linhagem, dependendo das opiniões quanto à conhecida questão dinástica portuguesa. Mas é um facto que a Monarquia foi banida nos inícios do século XX.

O final da manhã consistiu em experimentar alimentar animais de pasto à mão para perder o medo. Havia uma cria de ovelha órfã que só bebia leite pelo biberão. Foi uma vivência única dar-lhe o biberão. Parecia mais um animal de estimação, porque refastelou-se nas minhas pernas, esticou o pescocinho para posicioná-lo para a bebida e consolou-se com o leitinho. Depois de bebê-lo, não se levantou, deixou-se ficar, como se fosse hora de sacar um soninho aconchegado. Apeteceu-me ficar ali com o bebé. Não me deixaram… para não criar hábitos. Compreendo, mas ficava ali o dia todo.

De regresso a casa, o chá das cinco mereceu novo encanto à mesa. O casal tinha convidado o filho, mulher e respetivos filhos. As crianças rondariam os 9 e 12 anos de idade, e os pais deveriam tocar a casa dos quarenta, mais coisa menos coisa. Muito em comum, sobretudo no que respeita as músicas dos anos 70-80. Grande festa a recordar ritmos e sons. Mary era professora de Inglês e Jim enfermeiro em algumas instituições, a maioria, privadas. «Os miúdos estão cada vez piores», conta Mary, e «a depressão é um mal generalizado em todas as idades, e ainda não há médico que consiga tratá-la de forma eficaz», dizia Jim. Acrescentei que achava que, provavelmente, as pessoas vivem à procura de novos valores, negligenciando todos os existentes, e, portanto, em vez de se procurar a convergência dos valores intemporais com os da época, a confusão instala-se e já ninguém consegue definir nada. E no meio de tanta corrupção, tanta mentira e tanta agonia… resta fazer tolices para tentar tirar partido daquilo que se pretende chamar de vida.

Olharam para mim, estupefactos. Integraram-me no meu próprio discurso. «Por isso, esta tua viagem sem destino planeado?» Sorri e soei um «hum…» Refleti por momentos e atrevi-me a responder que não. Eu não andava à procura dos valores. Esses eu já os tinha descortinado e estavam definidos. Mas, na verdade, se calhar, faltava-me descobrir qualquer outra coisa que me ajudasse a definir o meu eu. E, sem dúvida, a minha vida é o meu eu. E, sendo assim, estará sempre em construção. Volto à discussão anterior e acrescento que o eu das pessoas em geral está demasiado encoberto, porque conhecer-nos é sempre uma incógnita… apesar de tudo, o nosso equilíbrio sustém-se nos valores e esses… da forma como estão, tornam ainda mais difícil a tarefa de construirmos o eu. Paro para não aprimorar ainda mais as baboseiras e rio-me. Jim desenvolve, porém, e menciona a questão dos suicidas.

- Cada vez há mais pessoas suicidas.

- Mas são mais as pessoas que cometem, efetivamente, o suicídio, ou as pessoas que estão sempre a “tentar” – digo-o de forma sarcástica –, mas, na verdade, não o fazem nunca?

 Jim fica sem resposta, mas diz que é uma boa questão a colocar aos psicólogos e psiquiatras e é o que vai fazer porque, agora, até ele ficou curioso. Bom, termino com «cada caso é um caso» e saboreio a fatia de bolo que a srª Robson me serviu delicadamente. Mas que delícia! Não consigo pensar em nada de mal enquanto extasiada com este deleite maravilhoso. É um bolo caseirinho, com pedaços de maçã entremeados na massa, que leva um licor próprio da região e lhe dá um aroma único. Não é, no entanto, um bolo tradicional. Um dia, a srª Robson tinha muitas maçãs e resolveu fazer este bolo com elas para que não se estragassem. E saiu tão bem, que não mais parou de o fazer. Muito cobiçado, a confeitaria das redondezas encomenda-o com alguma frequência para servi-lo como “bolo do dia”.

Ao jantar, aquecemos com uma sopinha “mata tudo” (um bocadinho puxada em termos de tempero) e comemos umas sanduíches. Mary, Jim e os miúdos vão embora depois de uma despedida demorada, dado o belo momento em convívio, e recolhemo-nos todos ao respetivo quarto.

Ligo o computador e vou ver os mails… no problem… tenho rede! Não estou no fim do mundo, nem numa daquelas aldeias remotas cuja vida passa servida por instintos arcaicos.

Sobressai o primeiro mail com o assunto “Ora viva, como está você?”. Fico alegre com esta saída ou entrada e sinto um nervosinho pelo corpo…

24
Fev18

É de manhã

Gabriela Lima

É de manhã. Acordo ao som dos barulhos naturais daquela vida. Levanto-me sem esforço e desço de robe (disponível para mim no quarto). A srª Robson prepara um pequeno-almoço rotineiro para eles, extremamente avantajado para mim. Vou engordar. Não importa… vou ser tal qual um deles!

- Sente-se, Garda! Vou já pôr os ovos mexidos e o bacon na mesa. Se quiser, beba já um suminho antes do café. Vai dar-lhe energia para passar um dia gelado! Começou a nevar. Ainda é muito cedo, mas o frio parece não ter respeitado o outono… Mas não se preocupe, ainda será apenas uma amostra. Não será suficiente para ficar. O meu marido deve estar a chegar. Foi comprar pão quentinho. Não é costume nosso, mas queremos que saia daqui bem alimentada e as visitas são tão poucas que até ficamos contentes por, finalmente, termos um bom motivo para ir à padaria logo de manhã.

Sinto-me acalentada no âmago de tal gentileza. Pela janela posso ver a neve, nada densa, no chão dos prados ao longe. Não há música, só a nossa respiração a entoar momentos únicos de convívio ao pequeno-almoço. Estou tão contente por viver esta situação, não os conheço, mas quase que os sinto como família, na verdade, mais como avós. Não existe um olhar desconfiado, nem nervosismo quanto à nova pessoa infiltrada. O ambiente apenas transmite uma sensação de casa, família, conforto e bem-estar. Bem sei que não é a minha cultura, mas já senti isto noutras famílias, como na Alemanha. Não se entregam com facilidade, mas, depois, é uma amizade para toda a vida! Na verdade, acredito que todos os povos poderão ser bons anfitriões. Cada qual à sua maneira, mas provavelmente não menos calorosa e importante.

Ali vem o sr. Robson a suspirar do frio lá de fora.

- E aqui está. Pãozinho fresquinho.

Tira o casaco, esfrega as mãos, passa-as pelo escasso cabelo e senta-se, de rodelas vermelhas nas bochechas, lança um sorriso aberto de alegria.

- Ah, como eu gosto das manhãs. É o melhor momento do dia para mim. É quando tudo recomeça, ainda não sei das notícias, a energia está renovada, olho para o dia com expectativa e esperança e parece que tenho todo o tempo do mundo para resolver qualquer assunto e dedicar-me às coisas que gosto. E, já agora, trate-me por grandpa.

De repente, esta última indicação fez-me lembrar a minha mãe. Também ela, sempre que se recebia jovens estrangeiros lá em casa, dizia sempre em inglês macarrónico «Here, I mamã, ok? Say, mamã!» [Aqui, eu mamã, ok? Diz, mamã!] e, nós, os filhos, riamo-nos às gargalhadas do inglês entoado e de algum “embaraço” pela imposição matriarca. É claro que todos os hóspedes deliravam com todo o esforço e empenho materno. Porque ela era assim e ponto final. Já uma conversa entre homens que não sabem falar lá muito bem uma língua comum… é fácil… entre temas como o futebol, alguns gestos e lançamento de nomes comuns, não havia como falhar a comunicação. Se o assunto complicava, lá vinha «Garda, vem cá e explica lá isto em inglês.» O meu pai, claro! E sorrio com estes laivos de recordação, enquanto como aquele pequeno-almoço esplendoroso e respondo «sim, grandpa!» e rimo-nos à mesa.

24
Fev18

Lindo este lugar

Gabriela Lima

Lindo este lugar. Estou a chegar a casa de uma família que me vai acolher durante cerca de 4 dias. Consegui marcar tudo ainda nos “States”. Atravessei meio terreno inglês e acabo de chegar a um local extraordinário, no meio de serras e frio cerrado, com enormes campos de pastagem, quais prados apreciados aquando de uma viagem aos Alpes alemães, mas, agora, de um verde de tom algo mais escuro e, se calhar, obscuro.

Vacas ao longe mugem e fitam desconfiadas para o carro que acaba de estacionar em frente a uma propriedade delimitada por uma cerca baixa, com portão alto. Avista-se um jardim relativamente denso, mas planeado, e uma casa de dois andares com sótão ao meio, de estilo campestre, do Norte de Inglaterra.

Saio do carro, e despeço-me de mais duas pessoas que seguiam viagem até outro destino. Não pedi boleia, trata-se de um carro alugado por quatro pessoas que nos conhecemos no avião e, em conversas muitas sobre nós, concluímos irmos todos quase pelo mesmo percurso até aos respetivos destinos. Fizemos contas e entendemos ficar mais barato e ser bem mais confortável e interessante fazermos a suposta viagem juntos. O primeiro tinha saído pouco antes de mim, numa terriola atrás do meu destino, cujo nome, confesso, nem reparei.

Toco à campainha, que alguém atende e tem a amabilidade de abrir o portão. Entro, certifico-me de que não haverá cães a surgirem de qualquer um dos arbustos e decido-me a seguir em frente até à porta. Vejo uma senhora de alguma idade a abrir a porta, a aguardar pacientemente a minha subida pelos degraus. Um olhar intenso simpático e curioso acarinha a minha inclusão no espaço. Cumprimenta-me com «Hello, my dear! You must be Garda, isn’t that right, dear?» [Olá, minha querida! É com certeza a Garda, não é verdade, querida?] a que respondo que «Sim, sou eu». Cautelosamente, a senhora ajuda-me a despir o casaco, que tinha comprado antes, sendo já do meu conhecimento o frio com que me iria deparar naquela paragem. A meio deste movimento, posso ver um senhor, suponho que o marido, a descer as escadas, com o corpo um pouco de lado, dada a dificuldade de deslocação sobre uma das pernas e mais facilidade de apoio sobre o corrimão com as duas mãos. Vejo também uma cadeira elétrica estacionada ao fundo das escadas, que deverá compensar, no sentido ascendente, o esforço da descida.

É o sr. Robson que me vem agora saudar à porta, convidando-me imediatamente a sentar-me na mesa da cozinha a beber um chá quente. Ainda só passaram 5 minutos das cinco, o chá está no ponto!

Soube-me pela vida aquele chá quentinho! De pés, agora, novamente quentinhos, deixei-me estar à conversa sobre a viagem e sobre de onde sou e o que ando a fazer, em tom de resumo, antes de levar as malas para o quarto e iniciar o meu ritual de integração. A ideia é conviver com este casal durante estes dias para me explicarem o seu modo de vida e eu poder vivê-lo também.

24
Fev18

Viro-me para outro destino

Gabriela Lima

Viro-me para outro destino. Entro numa loja, abro um mapa-múndi e aponto com o dedo sem espreitar. Não… a primeira tentativa saiu gorada… não vou para o Pólo Norte… muito frio… pouca gente… nenhum treino.

Dou voltas com o dedo indicador direito e tento não o orientar na mesma direção anterior. Desço e aterro na Europa… penso… mas não será melhor aproveitar ainda este Continente, enquanto estou por cá? E logo me assaltam pensamentos… nã… vou seguir a minha intuição. É para aqui que vou agora.

02
Fev18

Entretenho-me agora a ler os mails

Gabriela Lima

Entretenho-me agora a ler os mails… respondo com ansiedade a todas as questões pertinentes dos intervenientes e conto que estou a adorar conhecer novos lugares e ambientes e que, apesar de tudo, nem passou assim tanto tempo.

Não fumo, mas apetece-me, de repente, puxar por um cigarro e beber um café. Não tenho, não vou comprar, conforto-me na agonia de ter de me livrar do desejo imprestável.

Excuse me, can I seat over here next to you? There is no other place available and I really need a drink! [Desculpe, posso sentar-me aqui ao seu lado? É que não há outro lugar disponível e eu preciso mesmo de uma bebida!]

Yes, please, go ahead! – [Sim, força!] respondo à figura que se senta ao meu lado, enorme, de cotovelo quase colado ao meu. Não havia mais mesas disponíveis, estava visto! Aqui, o pessoal senta-se à vontade, desde que haja cadeiras vagas, é o suficiente. Depois, vai-se ao cinema e deixam uma cadeira livre para manter a distância. Vá-se perceber!

Começa por virar a cabeça várias vezes na minha direção, lança um sorriso e volta a girar para o outro à procura de um empregado, que lhe aparece do lado oposto e a assusta ao perguntar-lhe o que iria tomar.

Pediu uma soda e não opôs resistência ao pedido de um hamburger igual ao do vizinho da mesa ao lado.

Sinto o seu corpo a debruçar-se sobre mim e fitada diz-me o que passo a traduzir:

Não é daqui pois não? É tão pequenina, mas não é chinesa… de onde vem?

Sou de um país tão pequeno quanto eu, mas grande em espírito.

Respondo-lhe, embora com pouca convicção quando saliento a palavra “espírito”! Nós, portugueses, achamos que já fomos mais fortes de espírito, primeiro nos primórdios por alturas das Cruzadas, e, depois, durante os esplendorosos Descobrimentos. Agora, a nossa grandeza de espírito refugia-se, não em feitos deste porte, mas naquilo que passei a explicar à senhora curiosa: a boa disposição acomodada! Expressões como “lá se vai andando”, “um passo atrás do outro”, “um dia de cada vez”, “nunca pior” corroboram este grandioso estado de espírito de conformação com a dura realidade!

Resolve apresentar-se.

 – I’m Rose, and you’re… [Eu sou a Rose, e você é…]

– Hermengarda, but you can call me Garda. [Hermengarda, mas pode tratar-me por Garda.]

– Está um dia absolutamente radioso, não acha? Depois de um dia sem fazer nada, acabo sempre sentada aqui, a tomar algo fresco, no verão. Para mim, não existe outono nem primavera. Gosto dos extremos. Procuro os extremos. Escolho os extremos. No inverno, é um frio de rachar e eu fico em casa a fazer zapping. Já não trabalho, não posso, sou muito gorda e tenho imensa dificuldade em mover-me, concentrar-me para o que quer que seja… mas tenho um negócio… vendo produtos de beleza numa página online e tenho uma secretária que me trata das encomendas, papeladas, etc. Só fico mesmo com tempo para engordar ainda mais, porque já não posso, não aguento e tenho agonia à ginástica e a uma alimentação dita saudável! Vou dar-lhe o endereço do site para ir lá dar uma olhada. Está a precisar de umas cores, mais vida, de sobressair… é muito pequenina, miudinha e ninguém repara em si, não se vê! Só reparei porque a única cadeira livre era esta! Está a ver, reparei foi na cadeira.

 Com isto, lançou-me um olhar de gozo e extremamente colorido, dado o tom azul turquesa dos seus olhos, torneados por uma massa rosada que os tornava ainda maiores, que me engoliam, mas sem assustar. À medida que sentia o palpitar de cada olho a tentar vasculhar-me, ambos pareciam abrir mais, de forma que já os sentia em cima de mim a lerem tudo o que podiam nos meus. De repente, Rose bufa, removendo os seus olhos da área de domínio sobre mim, em sinal de desistência. Devo ter bloqueado todas as minhas expressões mais transparentes, concentrando todas as minhas marcas e rugas faciais numa só a representar aquele «Sim?» de quem quer perguntar «Querias alguma coisa», sem permitir livre acesso para lá daquele limite. Isto é automático em mim. De uma cara de santa passo para uma cara de autêntica pedra (isto faz-me associar ao termo “rocha” algures atrás incluído no texto antigo, levando-me a querer descodificar a mensagem).

Sim, tem toda a razão. Tenho de dar um pouco mais de cor a este rosto, mesmo quando não estou a fazer nada de especial. Só para me fazer sentir menos pálida. Sugestões?

Ó minha querida, que sugestões lhe posso eu dar? Deixe-me cá ver. Está sozinha?

Sim, resolvi dar-me a liberdade de me enfiar no avião e fazer uma viagem sozinha, sem propriamente um destino concreto. Hoje, estou aqui, talvez durante cerca de mais um ou dois dias e, depois, vou dar mais um pulo até qualquer outro lado, ainda não sei bem…  Não tenho uma razão específica para o fazer, senão a vontade e a possibilidade.

Compreendo. É muito corajosa. Sugiro-lhe, então, cores fortes e contrastantes em dias de vigor, cores escuras a contrastar com um tom vivo em dias de raiva e cores calmas a contrastar com um tom forte em dias de ternura. Depois, aplique as cores de que mais gostar de ver em si, porque isso é muito subjetivo. Podia dar-lhe um conjunto de opções que mais se aplicam ao seu tom de pele, mas, se não coincidirem com a sua personalidade, estado de espírito e vestuário… deixam de fazer sentido. Não me parece que precise de muita orientação neste assunto. É uma alma livre e não segue tudo o que lhe dizem. Estou certa?

Naquele momento, a Rose deixou de ser aquele vulto enorme, que se sentou ao meu lado e começou a desafiar conversa, para se transformar no tipo de pessoa para quem se olha de frente com atenção, surpreende, ouve-se sem interromper e se regista como alguém que se gosta. E depois, vêm sentimentos de respeito, segurança e fé. Transmite tudo isto, esta Rose.

Bom, amorzinho, adorei este momento. Desejo-te uma viagem feliz e cheia de boas surpresas. O meu cartão, para poderes enviar-me um mail sempre que te apetecer e contar-me como vai a aventura.

Conforta-me com um abraço e um «Keep safe. You’re a very nice person.» [Fica bem. És uma pessoa muito simpática.]

«Thank you so much for this sweet moment and for your words. I’ll keep in touch then. Bye.» [Muito obrigada por este doce momento e pelas tuas palavras. Claro que manterei o contacto. Adeus.] E assim me despeço dela. A agradecer-lhe o momento e as suas palavras. Pretendo escrever-lhe sempre que puder. É uma pessoa intrigante. Acho que vou mesmo visitar o seu site e fazer-lhe uma encomenda. Só assim ficarei satisfeita por também poder contribuir para a sua aptidão de “embelezar” as pessoas.

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